<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	>

<channel>
	<title>Cognitivus</title>
	<atom:link href="http://www.cognitivus.com.br/site/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cognitivus.com.br/site</link>
	<description>O lado profissional da quimica.</description>
	<pubDate>Wed, 05 May 2010 12:27:10 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.6.2</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>RS: empresa constrói navio de R$ 16 mi com material reciclado</title>
		<link>http://www.cognitivus.com.br/site/2010/05/rs-empresa-constroi-navio-de-r-16-mi-com-material-reciclado/</link>
		<comments>http://www.cognitivus.com.br/site/2010/05/rs-empresa-constroi-navio-de-r-16-mi-com-material-reciclado/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 05 May 2010 12:27:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cognitivus.com.br/site/?p=486</guid>
		<description><![CDATA[Fabiana Leal
A Navegação Aliança colocou em águas gaúchas o navio Frederico Madörin, a segunda embarcação da série &#8220;Fundadores&#8221;, uma homenagem aos homens que deram início à empresa. Orçado em R$ 16,5 milhões, o navio tem 102,90 m de casco e utiliza internamente material reciclado, como placas de forração fabricadas com caixas de leite longa vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fabiana Leal<br />
A Navegação Aliança colocou em águas gaúchas o navio Frederico Madörin, a segunda embarcação da série &#8220;Fundadores&#8221;, uma homenagem aos homens que deram início à empresa. Orçado em R$ 16,5 milhões, o navio tem 102,90 m de casco e utiliza internamente material reciclado, como placas de forração fabricadas com caixas de leite longa vida e tecido de lona reciclada para revestimento de poltronas e na fabricação das cortinas.<br />
&#8220;O navio não capta água do rio. Só usa essa água para resfriar os motores. O sistema de refrigeração dos motores é interno. Com isso, não interfere no meio ambiente&#8221;, afirmou Átila Scherer, diretor da Navegação Aliança. O projeto contou com financiamento do Fundo de Marinha Mercante repassado por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Caixa RS.<br />
A embarcação tem capacidade para transportar 4,7 mil t e será utilizado prioritariamente para o transporte de grãos entre a região metropolitana de Porto Alegre e o Porto de Rio Grande, no município de mesmo nome, no sul do Estado. O navio aumenta em 10% a capacidade da frota da empresa, que atinge 53,4 t.<br />
Após passar pelo batismo na noite desta quinta-feira, a primeira viagem da embarcação está prevista para amanhã. Ela será carregada com soja no município de Canoas, região metropolitana de Porto Alegre, e o produto será levado para o porto de Rio Grande. A previsão é que leve entre 7 e 8 horas para carregar o navio e outras 20 horas até o município destino. Quando a embarcação estiver vazia, a viagem deverá reduzir em 4 horas.<br />
Os dois motores principais e os outros três auxiliares e o equipamento de tratamento de esgoto foram importados da Alemanha. O restante do material é de fabricação nacional.<br />
Com o convés verde, paredes internas e externas brancas e o casco cinza, o Frederico Madörin tem 8 camarotes. Ele conta ainda com um reservatório para armazenar o lixo produzido no interior da embarcação. O óleo, por exemplo, será encaminhado para empresa de reciclagem.<br />
A primeiro navio da sério &#8220;Fundadores&#8221; foi o Germano Becker - um graneleiro de 110 m de comprimento e capacidade de carga de 5,4 mil t. A trilogia será completada com o João Malllmann.</p>
<p>Fonte: Terra<br />
Seção: Meio Ambiente &amp; Reciclagem<br />
Publicação: 27/04/2010<br />
 <br />
<a href="http://www.infomet.com.br/noticias-semana-ler.php?cod_noticia=62168">http://www.infomet.com.br/noticias-semana-ler.php?cod_noticia=62168</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cognitivus.com.br/site/2010/05/rs-empresa-constroi-navio-de-r-16-mi-com-material-reciclado/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Biopneus poderão chegar ao mercado em cinco anos</title>
		<link>http://www.cognitivus.com.br/site/2010/04/biopneus-poderao-chegar-ao-mercado-em-cinco-anos/</link>
		<comments>http://www.cognitivus.com.br/site/2010/04/biopneus-poderao-chegar-ao-mercado-em-cinco-anos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 13:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cognitivus.com.br/site/?p=484</guid>
		<description><![CDATA[Redação do Site Inovação Tecnológica - 22/04/2010
Pneus renováveis
Além de usar biocombustível, os motoristas logo poderão dirigir carros que utilizam &#8220;biopneus&#8221;, ou pneus verdes, menos ecologicamente danosos dos que os pneus atuais.
Nos biopneus, um dos principais ingredientes dos pneus tradicionais, derivado do petróleo, é substituído por um composto derivado de plantas.
Hoje, cada pneu fabricado consome 26 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação do Site Inovação Tecnológica - 22/04/2010<br />
<strong>Pneus renováveis</strong><br />
Além de usar biocombustível, os motoristas logo poderão dirigir carros que utilizam &#8220;biopneus&#8221;, ou pneus verdes, menos ecologicamente danosos dos que os pneus atuais.<br />
Nos biopneus, um dos principais ingredientes dos pneus tradicionais, derivado do petróleo, é substituído por um composto derivado de plantas.<br />
Hoje, cada pneu fabricado consome 26 litros de petróleo. A cada ano, são produzidos perto de um bilhão de pneus. E ainda não há uma solução definitiva para a reciclagem dos pneus usados.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Biopneus</strong><br />
Como no caso do etanol brasileiro, a solução para a fabricação dos pneus verdes, a partir de matérias-primas renováveis, pode vir da cana-de-açúcar, mas também do milho e até de uma gramínea, a switchgrass, muito pesquisada nos Estados Unidos.<br />
O novo processo usa os açúcares derivados da biomassa para produzir um composto químico chamado isopreno, hoje um derivado do petróleo, um dos principais componentes do pneu.<br />
&#8220;Tem havido uma busca intensiva, há anos, por fontes alternativas de isopreno, em particular a partir de recursos renováveis, como a biomassa,&#8221; disse o Dr. Joseph McAuliffe, que apresentou o novo processo durante a Conferência Anual da Sociedade Química Americana, nos Estados Unidos.<br />
&#8220;Um dos desafios técnicos tem sido o desenvolvimento de um processo eficiente para converter os açúcares em isopreno. Nós resolvemos isto utilizando um processo de fermentação baseado em uma cepa de bactérias geneticamente modificadas para converter os carboidratos da biomassa em nosso bioisopreno,&#8221; diz McAuliffe, que trabalha para a Genencor, uma empresa de biotecnologia.<br />
<strong></strong></p>
<p><strong>Bioisopreno</strong><br />
A empresa agora firmou um contrato com a Goodyear, uma das maiores fabricantes de pneus do mundo, para levar o processo para escala industrial, integrando o processo de fermentação, recuperação e purificação do bioisopreno.<br />
O isopreno tem várias utilizações além da fabricação de pneus, de luvas cirúrgicas e produtos de higiene feminina a adesivos de alta fusão e copolímeros de bloco. Sua produção atinge quase um bilhão de toneladas anuais.<br />
&#8220;Este é um mercado enorme,&#8221; disse McAuliffe. &#8220;O bioisopreno servirá como uma alternativa renovável e economicamente competitiva ao isopreno. É o tipo de material que poderá abrir novos mercados, por isso eu acredito os números de consumo atual do isopreno subirão muito quando o isopreno renovável estiver disponível,&#8221; prevê ele.<br />
O pesquisador afirma que o isopreno derivado da biomassa poderá estar no mercado dentro de cinco anos, viabilizando o início da produção dos pneus verdes.<br />
<a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=biopneus-pneus-verdes&amp;id=010170100422&amp;ebol=sim">http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=biopneus-pneus-verdes&amp;id=010170100422&amp;ebol=sim</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cognitivus.com.br/site/2010/04/biopneus-poderao-chegar-ao-mercado-em-cinco-anos/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Lixo paga teleférico no Complexo do Alemão</title>
		<link>http://www.cognitivus.com.br/site/2010/02/lixo-paga-teleferico-no-complexo-do-alemao/</link>
		<comments>http://www.cognitivus.com.br/site/2010/02/lixo-paga-teleferico-no-complexo-do-alemao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 14:47:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cognitivus.com.br/site/?p=482</guid>
		<description><![CDATA[Quando o Estado decide ir além da mediocridade é capaz de surpreender o mais cético dos cidadãos. No Rio de Janeiro, a Secretaria Estadual de Obras anunciou uma interessante medida em prol da comunidade do Morro do Alemão. A primeira é a possível inauguração do teleférico, em setembro. O meio de transporte que interligará cinco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando o Estado decide ir além da mediocridade é capaz de surpreender o mais cético dos cidadãos. No Rio de Janeiro, a Secretaria Estadual de Obras anunciou uma interessante medida em prol da comunidade do Morro do Alemão. A primeira é a possível inauguração do teleférico, em setembro. O meio de transporte que interligará cinco pontos dos morros (Adeus, Baiana, Alemão, Itararé e Fazendinha) à estação ferroviária de Bonsucesso deverá servir pelo menos 30 mil pessoas por dia. Detalhe: os usuários poderão pagar o teleférico com o bilhete único ou com lixo. Um programa de coleta seletiva está em curso e o material reciclável valerá a passagem do teleférico que já está com 60% do projeto construídos. Além de oferecer transporte rápido ao Morro do Alemão, o governo estadual fluminense agrega mais dois benefícios à sua iniciativa: reciclagem de lixo e atração de turistas cujo fluxo tem crescido com as reformas na comunidade.<br />
 <br />
<a href="http://www.conapub.com.br/pagina.asp?id=3264">http://www.conapub.com.br/pagina.asp?id=3264</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cognitivus.com.br/site/2010/02/lixo-paga-teleferico-no-complexo-do-alemao/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Copenhagen - Perspectivas não são boas</title>
		<link>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/12/copenhagen-perspectivas-nao-sao-boas/</link>
		<comments>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/12/copenhagen-perspectivas-nao-sao-boas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 19:36:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cognitivus.com.br/site/?p=480</guid>
		<description><![CDATA[&#60;a href=&#8221;http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/mundo/perspectivas-nao-sao-boas/?ga=nsb&#8221;&#62;Perspectivas não são boas&#60;/a&#62;
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&lt;a href=&#8221;<a href="http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/mundo/perspectivas-nao-sao-boas/?ga=nsb&quot;&gt;Perspectivas">http://opiniaoenoticia.com.br/internacional/mundo/perspectivas-nao-sao-boas/?ga=nsb&#8221;&gt;Perspectivas</a> não são boas&lt;/a&gt;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/12/copenhagen-perspectivas-nao-sao-boas/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Pneus com nanotecnologia diminuem consumo de combustível</title>
		<link>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/12/pneus-com-nanotecnologia-diminuem-consumo-de-combustivel/</link>
		<comments>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/12/pneus-com-nanotecnologia-diminuem-consumo-de-combustivel/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 11:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cognitivus.com.br/site/?p=478</guid>
		<description><![CDATA[Redação do Site Inovação Tecnológica - 02/12/2009
Quando se fala em economia de combustível, é natural que o consumidor lembre-se do motor do carro - de fato, os carros de mil cilindradas tornaram-se famosos e ganharam grandes fatias de mercado justamente pelos motores menores e, por decorrência, mais econômicos.
Mas quase ninguém se lembra dos pneus. Só [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Redação do Site Inovação Tecnológica - 02/12/2009<br />
Quando se fala em economia de combustível, é natural que o consumidor lembre-se do motor do carro - de fato, os carros de mil cilindradas tornaram-se famosos e ganharam grandes fatias de mercado justamente pelos motores menores e, por decorrência, mais econômicos.<br />
Mas quase ninguém se lembra dos pneus. Só que o atrito dos pneus contra o asfalto é um dos elementos fundamentais na determinação da economia de um veículo, sendo responsável por até 20% do consumo de combustível do carro.<br />
 <br />
Triângulo mágico<br />
E será que é possível tornar os pneus mais eficientes?<br />
A indústria tem tentado e, embora propostas para a fabricação de pneus mais &#8220;verdes&#8221; incluam até o uso da celulose, o fato é que os engenheiros têm estado em uma sinuca pelo chamado &#8220;triângulo mágico da tecnologia dos pneus&#8221;: a diminuição do atrito do pneu com o solo sempre se dá à custa de uma ou das duas outras arestas do triângulo, a aderência e a durabilidade.<br />
Mas novas pesquisas parecem estar rompendo com a rigidez desse triângulo, que se baseia nas propriedades dos materiais usados na fabricação dos pneus.<br />
Os primeiros testes indicam que os novos pneus podem garantir um ganho adicional de até 1 quilômetro por litro de combustível.<br />
 <br />
Sílica precipitada<br />
O primeiro desafio ao &#8220;triângulo mágico&#8221; veio com a adição da sílica em substituição ao negro de fumo.<br />
A adição da sílica precipitada permitiu uma diminuição na resistência à rolagem de até 30%, uma inovação lançada pela empresa francesa Michelin, ainda que à custa de uma perda na resistência à abrasão.<br />
Hoje, mais de 20 anos depois, a indústria mundial de pneus já utiliza quase 500.000 toneladas anuais de sílica precipitada.<br />
Além da sílica, que funciona como &#8220;carga&#8221;, ou material de preenchimento, um pneu contém ainda óleos e outros aditivos, incorporados em uma matriz de borracha de polibudatieno e estireno-butadieno. Todos esses componentes são interconectados por colantes, os organossilanos, e agregados por meio de pressão mecânica e por um processo chamado vulcanização.<br />
 <br />
Pneus com nanotecnologia<br />
Com a nanotecnologia, os engenheiros descobriram que materiais manipulados em nanoescala podem ajudar a criar uma nova geração de pneus &#8220;verdes&#8221; que propiciarão economia de combustível sem sacrificar a segurança e a durabilidade.<br />
Os novos materiais, que estão sendo testados para uso na fabricação de uma nova geração de pneus mais &#8220;verdes&#8221;, incluem um nanogel - um gel contendo nanopartículas - que aumenta a resistência à abrasão, a aderência e a durabilidade dos pneus.<br />
As nanopartículas, com cerca de 50 nanômetros de diâmetro, permitem uma conexão mais precisa entre os diversos elementos que entram na composição dos pneus, sobretudo a sílica e os silanos.<br />
E, para enfrentar o eterno problema dos pneus mal calibrados - uma das grandes fontes de consumo excessivo de combustível pelos carros - os engenheiros estão desenvolvendo uma nova resina capaz de manter o ar no interior dos pneus por mais tempo.<br />
 <br />
Maldição do triângulo<br />
A nanotecnologia, com a sua capacidade de lidar com partículas cada vez menores, está permitindo ainda que os fabricantes otimizem a deposição da sílica, obtendo ganhos sem precisar alterar radicalmente os processos produtivos.<br />
Já os novos nanomateriais são uma novidade total para a indústria. Eles ainda estão sendo testados por alguns fabricantes e é cedo para afirmar se passarão nos testes da maldição do &#8220;triângulo mágico&#8221; quando enfrentarem os testes definitivos das estradas.<br />
<a href="http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=pneus-nanotecnologia-diminuem-consumo-combustivel&amp;id=010170091202&amp;ebol=sim">http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=pneus-nanotecnologia-diminuem-consumo-combustivel&amp;id=010170091202&amp;ebol=sim</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/12/pneus-com-nanotecnologia-diminuem-consumo-de-combustivel/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Fita elétrica promete acabar com fios pendurados nas paredes</title>
		<link>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/11/fita-eletrica-promete-acabar-com-fios-pendurados-nas-paredes/</link>
		<comments>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/11/fita-eletrica-promete-acabar-com-fios-pendurados-nas-paredes/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:11:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cognitivus.com.br/site/?p=476</guid>
		<description><![CDATA[Fios pendurados na parede, nunca mais! Agora é só colocar a fita elétrica adesiva e acabar com os fios. Um empresário do interior de São Paulo desenvolve um produto inovador para os setores de telefonia, informática, construção civil, áudio e vídeo.
Uma fita elimina a quebradeira nas paredes para embutir fios elétricos. O inventor é o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fios pendurados na parede, nunca mais! Agora é só colocar a fita elétrica adesiva e acabar com os fios. Um empresário do interior de São Paulo desenvolve um produto inovador para os setores de telefonia, informática, construção civil, áudio e vídeo.<br />
Uma fita elimina a quebradeira nas paredes para embutir fios elétricos. O inventor é o empresário John Davies. Como é típico das ideias criativas: a fita elétrica nasceu de um desafio. “Eu morava em uma casa alugada que eu tinha acabado de pintar, e precisava colocar uma arandela na subida da escada. Só que o trabalho estava pronto, não tinha como fazer isso sem quebrar a parede ou deixar alguma coisa aparente, o que eu não queria”, explica o empresário.<br />
John pesquisou durante 7 anos. Fez vários testes e não desistiu até chegar ao produto que imaginou: uma tira de cobre presa em plástico superresistente, o prolipropileno. “Foi uma ideia e foi se aperfeiçoando, foi se pesquisando materiais até chegar a um material ideal, um material de alta qualidade”, diz.<br />
A espessura é de meio milímetro – quase uma folha de papel. Na verdade, o produto é exatamente um fio que virou fita elétrica. A diferença é que em vez de colocar dentro da parede, coloca-se em cima dela.<br />
A facilidade de instalação é o trunfo do negócio. A fita é autoadesiva e vem com uma tela protetora contra impacto. “A tela de fibra de vidro é colocada antes do acabamento para consolidar uma proteção mecânica, contra  um impacto, uma martelada ou qualquer coisa do gênero”, afirma John.<br />
É só colar na parede, pintar, e ela some. “A fita nasceu de uma ideia de usar alguma coisa sem espessura que fizesse volume na parede e, ao mesmo tempo, que uma fina camada de acabamento fosse suficiente para ocultar 100%”, diz.<br />
 <br />
Junto com o sócio Plinio Di Giaimo, o empresário investiu R$ 100 mil no negócio. Eles compraram matéria-prima, aperfeiçoaram o produto, e desenvolveram uma máquina que eles consideram segredo de produção.<br />
O produto já está no mercado. Qualquer pessoa pode comprar e instalar o novo produto. Agora, os empresários apostam na estratégia de marketing para divulgação da fita. “Primeiro foi o mercado técnico, eletricista, arquiteto, usuário final e instalador. A partir do momento que eles conheceram o produto e acreditaram nele, agora nós estamos começando a falar com o consumidor final, criando embalagens mais adequadas aos usos como os kits, e tendo embalagens de todo sortimento de medidas para atender a todas as situações”, explica o empresário.<br />
 <br />
A fita elétrica vai de 3cm a 6cm de largura. São seis modelos, de acordo com a amperagem indicada. Ela pode ser usada: em uma simples tomada, para iluminação em geral, para áudio e vídeo, para telefonia, para rede de computadores. “Cada modelo atende a uma necessidade. Se você quer, por exemplo: um alto-falante, para o seu home theater, então você tem um fio fino. Agora, já para uma tomada você tem que acompanhar aquilo que a norma determina”, diz John.<br />
O produto é para segundas instalações. Ou seja, quando a casa já está pronta.<br />
“Eu diria que ele não vai substituir o fio, ele é um complemento ao fio, onde você não consegue usar o fio comum. Uma laje de concreto, que você não pode quebrar, abrir um rasgo, porque vai encontrar uma estrutura de ferro que não pode ser comprometida. Então, é uma solução perfeita para esses casos”, afirma.<br />
A fita é dez vezes mais cara que o fio elétrico comum. Mas, em alguns casos, a vantagem é indireta. Segundo o sócio Plinio Di Giaimo, se contar o custo e o tempo de quebrar a parede para embutir o fio, o novo produto compensa. “Quando eu falo o preço do meu metro, eu já vou com a solução inteira. Você agrega: matéria-prima para quebrar a parede, cimento, massa, ou seja, meu produto é muito mais barato”, diz Plínio.<br />
A empresa produz 40 mil metros de fita por mês. O produto é oferecido em 70 pontos de venda em todo o Brasil. É o caso, por exemplo, de uma loja de material elétrico. “Vale a pena pagar pelo produto mais caro, uma vez que eu não vou ter dor de cabeça de entulho”, comemora a cliente Gislene Rosa.<br />
A diretora de uma escola, Laura Agessi, queria instalar ventiladores, mas não podia fechar as salas de aula para quebrar as paredes e embutir os fios. A fita elétrica resolveu o problema no mesmo dia. “Foi rápido, fácil, não tivemos que sujar as paredes e a sala de aula”, finaliza.</p>
<p>Fonte: Jornal Floripa<br />
Seção: Tecnologia<br />
Publicação: 17/11/2009</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/11/fita-eletrica-promete-acabar-com-fios-pendurados-nas-paredes/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Vendo através das paredes</title>
		<link>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/10/vendo-atraves-das-paredes/</link>
		<comments>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/10/vendo-atraves-das-paredes/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 13:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cognitivus.com.br/site/?p=474</guid>
		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/10/vendo-atraves-das-paredes/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Gerdau e FenSeg vão reciclar mais carros</title>
		<link>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/10/gerdau-e-fenseg-vao-reciclar-mais-carros/</link>
		<comments>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/10/gerdau-e-fenseg-vao-reciclar-mais-carros/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 23:30:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cognitivus.com.br/site/?p=470</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: Valor Online - 24/09/2009
Fotos: Divulgação
Enquanto a Inspeção Técnica Veicular (ITV) não é aprovada pela Câmara dos Deputados e a formulação de um programa de reciclagem de veículos pelo governo federal segue em discussão, a iniciativa privada vem gradativamente aumentando os volumes de reaproveitamento de carcaças, sobretudo no que diz respeito ao aço, pneus, baterias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: Valor Online - 24/09/2009<br />
Fotos: Divulgação<br />
<a href="http://www.cognitivus.com.br/site/wp-content/uploads/2009/10/sucata.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-471" title="sucata" src="http://www.cognitivus.com.br/site/wp-content/uploads/2009/10/sucata.jpg" alt="" width="250" height="184" /></a>Enquanto a Inspeção Técnica Veicular (ITV) não é aprovada pela Câmara dos Deputados e a formulação de um programa de reciclagem de veículos pelo governo federal segue em discussão, a iniciativa privada vem gradativamente aumentando os volumes de reaproveitamento de carcaças, sobretudo no que diz respeito ao aço, pneus, baterias e vidros. E a novidade em termos de reciclagem agora vem das seguradoras que atuam no mercado de veículos. No curto prazo, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) prepara-se para ampliar a parceria com a Gerdau, até então restrita aos veículos que tiveram perda total por motivos de incêndio.</p>
<p>De acordo com o diretor da FenSeg, Neival Rodrigues Freitas, o projeto piloto da entidade com a siderúrgica está em fase final e deverá ser incrementado em breve, com a inclusão no processo de reciclagem de veículos que tiveram perda total por outros motivos . A declaração foi dada durante o Seminário Internacional de Engenharia Automotiva, realizado em São Paulo, na semana passada.</p>
<p>No entanto, segundo ele, o descarte da sucata &#8221; é um assunto muito delicado para as seguradoras, pois envolve uma fonte de receita importante, que são os leilões de veículos sinistrados &#8220;.</p>
<p>Apesar disso, a nova destinação dos veículos que tiveram perda total é vista internamente como uma maneira de reduzir a atuação dos desmanches ilegais de veículos. Isso por que muitos deles adquirem veículos sinistrados e com as mesmas notas fiscais multiplicam o número de peças revendidas. &#8221; É uma forma mais responsável e transparente de dar uma destinação aos veículos &#8221; , acrescentou Freitas, ao descartar a possibilidade de que as receitas com a venda de sucata superem a dos leilões.</p>
<p>Até o momento, a parceria fez com que aproximadamente oito mil veículos fossem enviados à Gerdau, informou o executivo. Antes, porém, os carros passaram por um processo de desmanche para a retirada de fluidos, vidros e baterias, sobrando apenas a sucata que é utilizada como matéria prima pela siderúrgica. A intermediação entre as partes tem sido feita pela empresa SPA Auto.</p>
<p>Procurada, a Gerdau não retornou as ligações, até o fechamento desta edição, para comentar o assunto. Por e-mail, informou apenas que no ano passado transformou cerca de 16 milhões de toneladas de sucata ferrosa em aço na América Latina, 25% a mais sobre o total de 2007.</p>
<p><a href="http://www.cognitivus.com.br/site/wp-content/uploads/2009/10/sucata1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-472" title="sucata1" src="http://www.cognitivus.com.br/site/wp-content/uploads/2009/10/sucata1.jpg" alt="" width="250" height="167" /></a>No âmbito legislativo, a Inspeção Técnica Veicular é tida como o potencial propulsor de uma regulamentação específica para a reciclagem de veículos. Porém, a aprovação da ITV segue na Câmara dos Deputados desde 2001 e não figura entre as prioridades do momento. Já no caso dos desmanches, o Projeto de Lei nº 372 de 2005, apresentado pelo Senador Romeu Tuma (PTB-SP), propõe a gravação das principais peças dos veículos, criação de um banco de peças certificadas, além do tratamento dos resíduos oriundos da desmontagem.</p>
<p>Na opinião de Harley Bueno, diretor de segurança veicular da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), a grande dificuldade para a implementação de um programa nacional de reciclagem é que o país não tem uma resolução que trate o item de ponta a ponta. &#8221; O Ibama faz uma parte, o Mdic outra, mas não se trata a questão como um todo &#8221; , afirmou Bueno, ao comentar que órgãos do governo têm discutido o assunto.</p>
<p>Para ele, uma alternativa seria a utilização de modelos já existentes em outros países como base para uma legislação nacional. &#8221; Em outros países as legislações são de ponta a ponta e até o índice de reciclagem dos componentes é estabelecido para a indústria automobilística. Nós não temos nada disto. &#8220;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/10/gerdau-e-fenseg-vao-reciclar-mais-carros/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Indústria do plástico lida com alta demanda</title>
		<link>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/09/industria-do-plastico-lida-com-alta-demanda/</link>
		<comments>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/09/industria-do-plastico-lida-com-alta-demanda/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 13:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Atualidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cognitivus.com.br/site/?p=466</guid>
		<description><![CDATA[Fonte: CIMM - 23/09/2009
Fotos: Divulgação
A demanda por produtos de plástico obriga a área de moldes a usar o alto padrão moderno para produção rápida e com menor custo. Além disso, o produto tem ganhado alternativas com compostos de fibras orgânicas.
Moldes
O livro Plástico - Moldes e Matrizes, de Sors, Bardocz e Radnoti, tem informações precisas com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fonte: CIMM - 23/09/2009<br />
Fotos: Divulgação</p>
<p><a href="http://www.cognitivus.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/cubomagico.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-467" title="cubomagico" src="http://www.cognitivus.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/cubomagico.jpg" alt="" width="150" height="154" /></a>A demanda por produtos de plástico obriga a área de moldes a usar o alto padrão moderno para produção rápida e com menor custo. Além disso, o produto tem ganhado alternativas com compostos de fibras orgânicas.</p>
<p><strong>Moldes</strong><br />
O livro Plástico - Moldes e Matrizes, de Sors, Bardocz e Radnoti, tem informações precisas com relação ao desenho do molde, também os cálculos de resistência, térmicos, elétricos e econômicos. Apresenta também as soluções mais práticas para cada problema, utilizando exemplos detalhados, métodos de projeção europeus e as unidades técnicas do sistema internacional.</p>
<p><a href="http://www.cognitivus.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/cabosoticos.jpg"><strong><img class="alignright size-medium wp-image-468" title="cabosoticos" src="http://www.cognitivus.com.br/site/wp-content/uploads/2009/09/cabosoticos.jpg" alt="" width="200" height="224" /></strong></a><strong>Plástico Orgânico</strong><br />
A BASF desenvolveu o EcobrasTM, um polímero à base de milho. Versátil, o plástico pode ser aplicado em embalagens injetadas, filmes para a produção de tubetes para reflorestamento, sacolas plásticas, embalagens para cosméticos, entre outras alternativas.</p>
<p>Por ter em sua composição mais de 50% de matéria-prima de fonte renovável, o EcobrasTM ajuda a balancear o ciclo de carbono ao equilibrar o tempo de produção do plástico ao seu consumo e decomposição.</p>
<p>Já a Braskem vai produzir anualmente 200 mil toneladas de matéria-prima para a produção de plásticos a partir da cana-de-açúcar, em sua nova fábrica de Triunfo - RS. Chamado de plástico verde, o material tem origem 100% renovável e contribui para absorver mais gás carbônico da atmosfera do que emite ao longo do seu ciclo de vida.</p>
<p>Veja mais informações sobre o livro Plástico - Moldes e Matrizes no CIMM.</p>
<p><a href="http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/5858-boletim-40">http://www.cimm.com.br/portal/noticia/exibir_noticia/5858-boletim-40</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/09/industria-do-plastico-lida-com-alta-demanda/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Projeto regulamenta venda de garrafas PET em SP</title>
		<link>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/09/projeto-regulamenta-venda-de-garrafas-pet-em-sp/</link>
		<comments>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/09/projeto-regulamenta-venda-de-garrafas-pet-em-sp/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 13:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cognitivus.com.br/site/?p=464</guid>
		<description><![CDATA[﻿AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - Projeto de lei em análise na Assembleia Legislativa de São Paulo pretende tirar do Estado o peso de ser o único responsável pelo recolhimento de embalagens tipo PET, como garrafas de refrigerantes. Já aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, o texto segue para a Comissão de Defesa do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>﻿AE - Agencia Estado<br />
SÃO PAULO - Projeto de lei em análise na Assembleia Legislativa de São Paulo pretende tirar do Estado o peso de ser o único responsável pelo recolhimento de embalagens tipo PET, como garrafas de refrigerantes. Já aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça, o texto segue para a Comissão de Defesa do Meio Ambiente. De acordo com o projeto, as empresas envasadoras serão obrigadas a apresentar estudo de impacto ambiental à Secretaria de Meio Ambiente, descrevendo como será feito o reaproveitamento das garrafas. Caso vire lei, quem descumprir a determinação será proibido de comercializar esse tipo de embalagem no Estado de São Paulo.</p>
<p>O autor do projeto, deputado Said Murad (PSC), diz que o objetivo é diminuir a poluição existente sobretudo nos grandes centros urbanos do Estado de São Paulo. Segundo o deputado, as empresas precisam se responsabilizar pelo destino dado às embalagens PET. &#8220;Esse tipo de embalagem é responsável por quase 70% dos materiais recicláveis em circulação no mercado&#8221;, afirma Murad.</p>
<p>O estudo de impacto ambiental previsto pelo projeto inclui um completo detalhamento de todo o processo de produção, consumo e destinação das embalagens. De acordo com o 4º Censo da Reciclagem de PET no Brasil, realizado no ano passado pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), 231 mil toneladas de PET foram recicladas em 2007, mostrando que 53,5% de toda a produção recebeu destinação correta.</p>
<p>Murad se inspirou numa decisão tomada em maio por um juiz federal de Bauru, interior paulista. A Cervejaria Belco, que vende produtos alcoólicos em garrafas PET, foi obrigada a retirar um novo licenciamento junto ao Ibama que contivesse estudo semelhante ao projeto em tramitação na Assembleia. A sentença do juiz federal Roberto Lemos dos Santos Filho proibiu a empresa de continuar a comercialização de produtos com esse tipo de embalagem até que regulasse sua situação junto ao órgão de proteção ao meio ambiente.</p>
<p>Na capital, existe desde 2002 uma lei parecida, que só começou a ser fiscalizada há um mês porque houve longo impasse jurídico com a indústria do setor. A regulamentação paulistana vai além e obriga os produtores e envasadores a se responsabilizarem pelo recolhimento das embalagens. Caso o projeto do deputado Murad se torne lei, sua abrangência será de âmbito estadual.</p>
<p>Procurado pela Agência Estado para se pronunciar sobre o tema, o diretor executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir), Paulo Mozart, afirmou, por meio da assessoria de comunicação, que &#8220;o projeto de lei é muito incipiente para se posicionar neste momento&#8221;.<br />
 <br />
<a href="http://www.estadao.com.br/noticias/geral,projeto-regulamenta-venda-de-garrafas-pet-em-sp,441115,0.htm">http://www.estadao.com.br/noticias/geral,projeto-regulamenta-venda-de-garrafas-pet-em-sp,441115,0.htm</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cognitivus.com.br/site/2009/09/projeto-regulamenta-venda-de-garrafas-pet-em-sp/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>

